Claudia Freire


nasceu em São Paulo capital em 1973. Formou-se em Jornalismo e História e, posteriormente, em Tradução, área em que atua há 18 anos. Traduziu livros nas áreas de Administração, História e Literatura, mas, como autora, esta é sua primeira obra publicada. O flerte com a poesia teve início ainda na adolescência. Desde então foram centenas de textos e poemas escritos e… engavetados. Em fase adulta, após uma sucessão de eventos traumáticos e de experiências vida/morte atravessadas pela autora, já não era mais possível conter nada em arquivos. Era preciso dizer tudo, para quem quisesse escutar. Finalmente chegava o momento de seguir os conselhos de velhos amigos, poetas ou não: desengavetar poemas, fazê-los voar. A seu tempo, conseguiu finalmente compreender e aceitar que o poema só se completa quando lido. Urbanoide em essência, adora fugir para a montanha ou para o mar. Tem como hobby o bordado livre, técnica ensinada por sua mãe durante um período de convalescença da autora. Nas linhas dos versos ou dos tecidos, acredita que perder o fio da meada é absolutamente fundamental.

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